quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

SE NÃO TEM CONDIÇÕES, NÃO FAÇA!

MENINAS, MOÇAS E MULHERES REFLITAM...    ( uma exortação de amor)

Não coloque filhos no mundo se não tem condições. Não digo somente financeira, mas de afeto.
Hoje existem diversos tipos de métodos para prevenção e gratuitos.
Tenho ouvidos e recebido relatos de pais que deixam seus filhos para o 3º PLANO e isso não é justo.
Olha só a nossa realidade:
- Homens que abandona seus filhos com as mulheres.
- Mulher se frustam com suas áreas sentimentais e acham que as crianças são culpadas.
- Muitas estão trocando seus pequeninos por uma outra relação conjugal, noitadas, drogas e etc.
- muitas não tem tempo de perguntar: "como foi o dia meu filho?", tudo porque se ocupam com as coisas do mundo, as quais acreditam que lhe dar mais prazer.
- Muitas perderam o PRAZER DE SER MÃE.
Se você é mãe e está nessa situação e deseja mudar de atitude , conte com o nosso apoio.

"NÃO PERCA O OLHAR DE AMOR SOBRE O SEU FILHO, POIS FILHOS SÃO HERANÇAS DE DEUS."
Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão. ( Salmos 127:3 ) 



(By: Suellen Pereira)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

CRIANÇAS BRUXAS

No sul da Nigéria, conheceu a mais dramática expressão das falsas doutrinas bíblicas da Prosperidade, que só enriquecem seus promotores, enquanto escravizam seus seguidores. Lá, crianças são consideradas “bruxas” para serem então exorcizadas às custas de muito dinheiro.
Muitas são abandonadas pela própria família e pela sociedade, onde acreditam que os pequeninos são feiticeiros.
Acompanhe os traumas dessas crianças...

    NESTE VÍDEO UMA CRIANÇA DE 5 ANOS É MALTRATADA E ABANDONADA PELA SOCIEDADE POR SER UM BRUXO.



Fotos







http://www.salvarcriancasbruxas.com/p/organizador.html

Infância e adolescência no Brasil.


© UNICEF/BRZ/Claudio Versiani

O Brasil possui uma população de 190 milhões de pessoas, dos quais 60 milhões têm menos de 18 anos de idade, o que equivale a quase um terço de toda a população de crianças e adolescentes da América Latina e do Caribe. São dezenas de milhões de pessoas que possuem direitos e deveres e necessitam de condições para se desenvolverem com plenitude todo o seu potencial.
Contudo, as crianças são especialmente vulneráveis às violações de direitos, à pobreza e à iniquidade no País. Por exemplo, 29% da população vive em famílias pobres, mas, entre as crianças, esse número chega a 45,6%. As crianças negras, por exemplo, têm quase 70% mais chance de viver na pobreza do que as brancas; o mesmo pode ser observado para as crianças que vivem em áreas rurais. Na região do Semiárido, onde vivem 13 milhões de crianças, mais de 70% das crianças e dos adolescentes são classificados como pobres. Essas iniquidades são o maior obstáculo para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) por parte do País.
O Brasil está no rumo de alcançar o ODM 4, que trata da redução da mortalidade infantil. O País fez grandes avanços – a taxa de mortalidade infantil caiu de 47,1/1000, em 1990, para 19/1000, em 2008. Contudo, as disparidades continuam: as crianças pobres têm mais do que o dobro de chance de morrer, em comparação às ricas, e as negras, 50% a mais, em relação às brancas.
A taxa de sub-registro de nascimento caiu – de 30,3% (1995) para 8,9% (2008) – mais ainda continua alta nas regiões Norte (15%) e Nordeste (20%).
Aproximadamente uma em cada quatro crianças de 4 a 6 anos estão fora da escola. 64% das crianças pobres não vão à escola durante a primeira infância. A desnutrição entre crianças menores de 1 ano diminuiu em mais de 60% nos últimos cinco anos, mas ainda cerca de 60 mil crianças com menos de 1 ano são desnutridas.

© UNICEF/BRZ/Ricardo Prado

Com 98% das crianças de 7 a 14 anos na escola, o Brasil ainda tem 535 mil crianças nessa idade fora da escola, das quais 330 mil são negras. Nas regiões mais pobres, como o Norte e o Nordeste, somente 40% das crianças terminam a educação fundamental. Nas regiões mais desenvolvidas, como o Sul e o Sudeste, essa proporção é de 70%. Esse quadro ameaça o cumprimento pelo País do ODM 2 – que diz respeito à conclusão de ciclo no ensino fundamental.
O Brasil tem 21 milhões de adolescentes com idade entre 12 e 17 anos. De cada 100 estudantes que entram no ensino fundamental, apenas 59 terminam a 8ª série e apenas 40, o ensino médio. A evasão escolar e a falta às aulas ocorrem por diferentes razões, incluindo violência e gravidez na adolescência. O país registra anualmente o nascimento de 300 mil crianças que são filhos e filhas de mães adolescentes.
Na área do HIV/aids, a resposta brasileira é reconhecida globalmente como uma das melhores, mas permanecem grandes desafios que deverão ser enfrentados para assegurar acesso universal à prevenção, tratamento e cuidados para as crianças e os adolescentes brasileiros. A taxa nacional de transmissão do HIV da mãe para o bebê caiu mais da metade entre 1993 e 2005 (de 16% para 8%), mas continuam a existir diferenças regionais significativas: 12% no Nordeste e 15% no Norte. O número de casos de aids entre os negros e entre as mulheres continua a crescer num ritmo muito mais acelerado do que entre os brancos e entre os homens. Além disso, a epidemia afeta cada vez mais os jovens.
As crianças e os adolescentes são especialmente afetados pela violência. Mesmo com os esforços do governo brasileiro e da sociedade em geral para enfrentar o problema, as estatísticas ainda apontam um cenário desolador em relação à violência contra crianças e adolescentes. A cada dia, 129 casos de violência psicológica e física, incluindo a sexual, e negligência contra crianças e adolescentes são reportados, em média, ao Disque Denúncia 100. Isso quer dizer que, a cada hora, cinco casos de violência contra meninas e meninos são registrados no País. Esse quadro pode ser ainda mais grave se levarmos em consideração que muitos desses crimes nunca chegam a ser denunciados.
O País tem ainda o desafio de superar o uso excessivo de medidas de abrigo e de privação de liberdade para adolescentes em conflito com a lei. Em ambos os casos, cerca de dois terços dos internos são negros. Cerca de 30 mil adolescentes recebem medidas de privação de liberdade a cada ano, apesar de apenas 30% terem sido condenados por crimes violentos, para os quais a penalidade é amparada na lei.


http://www.unicef.org.br/

Dislexia: o que é, como identificar e tratar


Dificuldade de aprender, indisciplina, preguiça e desatenção podem ser frutos da dislexia


A dificuldade no aprendizado pode ter um motivo bem específico: a dislexia!


Tem criança que aprende fácil, fácil, a ler. Outras demoram um pouco, mas acabam aprendendo também. Com outras o processo é bem mais difícil: são meninos e meninas atormentados pela dificuldade de entender letras e algarismos (o "b" vira "d", o "16 se torna "61"), apesar de ter enorme talento em outras atividades - esportes, por exemplo.
"Cerca de 5 a 10% da população mundial em idade escolar apresentam deficiência na leitura e na escrita", explica o neurologista e neuropediatra Mauro Muszkat. "E é esse problema, a dislexia, uma das causas da evasão escolar no País."

Quem sofre de dislexia não consegue identificar as letras de uma palavra, e por isso o problema se torna perceptível durante a alfabetização. Ela se atrapalha com o que a professora escreve no quadro-negro - números incluídos. Certo é que a criança disléxica, embaraçada, foge da classe para não ter de ler perante os colegas. É importante, porém, procurar um especialista antes de tachar as crianças com dificuldade de leitura como disléxicas. São os neurologistas, fonoaudiólogos, psicólogos e psicopedagogos que ajudam a diagnosticar e tratar o distúrbio.

A seguir, Mauro Muszkat detalha o que a família precisa saber sobre esse distúrbio

O QUE É DISLEXIA?

A dislexia nada tem a ver com a falta de audição, muito menos com o QI reduzido. 

Há pais que explicam o fato de o filho tirar nota baixa no aprendizado da linguagem por ouvir mal ou pior, por ser pouco inteligente. "A criança que sofre de dislexia apresenta, na verdade, dificuldade na transformação da imagem da palavra em som, ou seja, ela faz associações erradas entre palavras e sons", enfatiza Mauro Muszkat. "Para os pais, o importante é estar ciente de que ela pode ser inteligente de outras maneiras, mesmo sem ler e escrever bem."
A DISLEXIA É UM PROBLEMA QUE SE TORNA VISÍVEL EM IDADE DE ALFABETIZAÇÃO.

Muitas vezes a criança que apresenta alguma dificuldade na leitura já é rotulada de disléxica, o que só prejudica o desenvolvimento da sua aprendizagem. Entenda: a criança que sofre de dislexia não sabe associar o som à letra de uma palavra, nem entende rimas muito bem menos brinca com as palavras. "Esses são sinais clássicos de dislexia, que exige o diagnóstico de um especialista, que vai orientar o tratamento", diz Mauro Muszkat.

É POSSÍVEL AMENIZAR OS EFEITOS DA DISLEXIA.

A criança que sofre de dislexia tem hoje à disposição um bem planejado processo de reabilitação. Apesar de não existir cura para a dislexia, a Ciência já sabe indicar o que deve ser feito para devolver a criança com esse tipo de problema às atividades normais. "O cérebro tem enorme capacidade de se reorganizar e dar ‘cobertura’ a essa deficiência", garante Mauro Muszkat.

QUANTO MAIS CEDO A FAMÍLIA PROCURAR AJUDA DE UM ESPECIALISTA MELHOR.

"O ideal é que a criança disléxica comece o tratamento antes dos 10 anos", salienta Mauro. Para tanto, ele recomenda que o diagnóstico seja feito tanto por um neurologista quanto por um especialista em fonoaudiologia. E não só. "Por atingir a autoestima, a criança que sofre de dislexia é vítima em potencial de bullying", alerta o especialista. O que torna uma avaliação psicológica essencial para entender todas as causas que levaram essa criança a se tornar disléxica.


Texto Marion Frank.